(Comparativo) Peugeot 3008 THP vs. Honda CR-V Touring vs. Ford Bronco Wildtrack: as três faces do SUV médio

Aquela história de que SUV é tudo igual, ou que tanto faz comprar um pequeno, médio ou grande, é tudo balela. Quer ver? Por uma diferença de R$2 mil, por exemplo, você pode comprar o ousado e arrojado Peugeot 3008 THP na versão GT Pack, o queridinho de outrora Honda CR-V Touring ou a novidade Ford Bronco Sport Wildtrack, cada um representando uma face completamente diferente dos SUVs médios importados.

O Honda CR-V, queridinho de outrora, na sua versão Touring, entra para o time dos SUVs médios (Foto: Lucca Mendonça)

Nas suas avaliações individuais aqui no C&G, os três fizeram bonito na hora de cumprir o que prometem (para ler o teste do 3008 clique aqui, do Bronco Sport clique aqui, e do CR-V Touring clique aqui, ainda na sua versão pré-reestilização), mas frente a frente cada um tem seus argumentos e predicados. Veremos…

Visual e proposta

Honrando seu nome, o Bronco é o mais aventureiro dos três (Foto: Lucca Mendonça)

As diferenças já começam aqui. O Ford honra seu nome, é um carro bronco: desenho parrudo (dependendo, até mais que a Ranger), boa capacidade off-road pela altura do solo/ângulos de ataque e saída, suspensões robustas e vários detalhes que comprovam sua proposta para o fora de estada (apetrechos para acampamento e trilha, interior emborrachado para facilitar a limpeza e outras soluções interessantes). Para a Ford ele é um modelo aventureiro, o legítimo utilitário esportivo, com direito a tração nas quatro rodas e seletor de modos de terreno.

Só de olhar para o 3008 já se vê que ele é um carro para o asfalto, e tem a pegada mais urbana dentre os concorrentes (Foto: Lucca Mendonça)

Já o Honda é mais “cidade” e “família”: até tem certa aptidão pra algumas aventuras e traz tração integral (AWD) para os pisos com pouca aderência, mas ele se dá bem mesmo na estrada, em longas viagens por exemplo. O 3008 não esconde: é um carro chique e classudo, daqueles que só de olhar você já percebe que o lugar dele é no asfalto, com um espírito um pouco mais urbano do que os dois rivais. Além disso, é menor e mais baixo que os outros, tanto que pode ser chamado de crossover sem nenhuma ofensa. Ele troca a capacidade off-road por uma boa dose de arrojo e estilo típico dos Peugeot.

Mecânica: motor, câmbio, suspensão, freios e mais

Falando de números, o Bronco lidera com seu 2.0 turbo e câmbio automático de 8 marchas (Foto: Lucca Mendonça)

Falando de números, quem fica no topo da lista é o Bronco: motor 2.0 16V turbo de 240 cv e 38 mkgf de torque, câmbio automático convencional de 8 velocidades e cada cv carrega apenas 7,1 kg. Na sequência vem o Honda CR-V Touring com seu 1.5 16V turbo, o mesmo que equipa alguns Civic e HR-V, mas com outra calibração, que rende saudáveis 190 cv e 24,5 mkgf de torque, e trabalha junto com uma transmissão automática CVT que simula 7 marchas. Mesmo que a Honda não divulgue esse tipo de dados de forma oficial, o CR-V tem uma relação peso/potência de 8,3 kg/cv.

Dono do motor de menor cilindrada do comparativo, o CR-V aposta na confiabilidade e, principalmente, economia de combustível (Foto: Lucca Mendonça)

Por último mas não menos importante, o Peugeot 3008 é equipado com o consagrado 1.6 16V também turbo (o THP), com 165 cv e os mesmos 24,5 mkgf de torque do Honda, mas em vez de um CVT, ele é equipado com a caixa automática com conversor de torque de 6 velocidades fornecida pela Aisin. Por ter um peso parecido com o dos rivais (perto dos 1.600 kg) e ser o menos potente em números de ficha técnica, o 3008 THP fica na lanterninha na relação peso/potência: 9,6 kg/cv, mesmo que isso ainda seja um número de respeito quando falamos de SUV.

Os dois também tem construção sofisticada, com suspensões independentes nas quatro rodas e fixação do eixo traseiro do tipo multibraço, que privilegiam não só a estabilidade em curvas, mas também o conforto e suavidade ao rodar. Diferente mais uma vez, o Peugeot 3008 é mais simples: só tem tração dianteira, sem opção de AWD, além de dispensar os outros requintes construtivos dos rivais (tem eixo de torção na traseira e rodas independentes só na dianteira), o que é compensado pela carroceria baixa, com menor centro de gravidade, e suspensões muito bem calibradas. No uso, ele se mostra o mais equilibrado entre conforto e estabilidade do trio.

O 3008 aposta no consagrado THP 1.6, mas oferece a construção mais simples do trio, dispensando tração integral e suspensões independentes nas quatro rodas (Foto: Lucca Mendonça)

Dirigindo: como cada um se comporta

O Peugeot é o que menos se parece com um SUV, tanto pelo porte e estilo quanto ao volante. Ele é baixo, e o exclusivo i-Cockpit (volante bem pequeno e instrumentação em posição elevada) garantem uma ótima posição do condutor, que fica com a sensação de estar a bordo de um hatch médio ou, no máximo, de um crossover mesmo. Na frente, o painel/console central grandes, bancos que mais parecem poltronas (muito ergonômicos mas que ocupam espaço), e teto baixo fazem os ocupantes se encaixarem bem, como em um cockpit de carro de corrida.

Console alto, painel grande e bancos pra lá de confortáveis no 3008. Os ocupantes se encaixam nos seus lugares como em um cockpit (Foto: Lucca Mendonça)

O 1.6 THP não desaponta de forma alguma: entrega bastante força desde as baixas rotações, gasta pouco combustível e, graças ao isolamento acústico caprichado, como deve ser em um carro familiar, praticamente não é ouvido pelos passageiros. Junto com ele, a caixa automática de 6 marchas também faz um bom trabalho, e pode ficar mais arisca no modo esportivo. Nos nossos testes ele levou pouco mais de 9 segundos para ir de 0 a 100 km/h, um número já interessante, mas conquistou mesmo pelo consumo misto de cidade/estrada acima dos 13 km por litro de gasolina.

Trabalho competente do motor 1.6 THP com o câmbio automático de 6 marchas no Peugeot, seja no desempenho, funcionamento ou consumo de combustível (Foto: Lucca Mendonça)

Num bom meio termo entre o Peugeot e o Ford, o Honda CR-V é o exemplo de um legítimo SUV. Ele é um pouco mais baixo que o Bronco e ganha de todos no comprimento, o que não impede de ser o mais agradável ao volante pela posição de guiar adequada, sensação de espaço no interior, comandos fáceis e diretos, praticidade pra todos os lados e, como ponto principal, conforto de sobra. Querendo ou não, ele é uma referência no segmento mundo afora, então maturidade e confiabilidade são coisas que não faltam nele.

CR-V: posição de guiar ideal, comandos fáceis e praticidade de sobra

Seu powertrain é o mesmo do Civic e HR-V na grife Touring: motor a gasolina, com duplo comando variável, injeção direta, VTEC e turbocompressor, mas tem um desempenho mais vivo por conta da potência e torque extras. Esse câmbio do CR-V é um dos melhores CVT oferecidos no mercado nacional, e dependendo do uso pode se passar tranquilamente por uma transmissão convencional com conversor de torque: não patina, não atrapalha nas acelerações e se comporta bem em todas as situações.

Médias de consumo acima dos 17,5 km/l do Honda fazem esquecer o pior 0 a 100 km/h do comparativo: mais de 10 segundos (Foto: Lucca Mendonça)

Na hora de acelerar o conjunto agrada, na medida do possível: pisando fundo, o motor sobe até próximo dos 6 mil rpm, e logo entrega a força total. 0 a 100 km/h abaixo dos 10 segundos é um pouco otimista, mas o desempenho está de bom tamanho para a proposta do CR-V, que nunca foi a de acelerar, mas sim ser confiável e economizar gasolina. Nos nossos testes, inclusive, ele superou a casa dos 17,5 km/l na estrada e 12,0 km/l na cidade, médias excelentes para seu porte e peso.

Em contrapartida, o SUV CR-V é um carro pra lá de consagrado, com milhões de unidades vendidas mundo afora e quase 25 anos de mercado (Foto: Lucca Mendonça)

Já o Bronco é o contrário dos dois: parrudo, grandalhão, bruto, e não esconde isso de ninguém. Quem está acostumado com picapes estilo “chassi + carroceria”, como a Ranger, vai se sentir em casa, já que até a posição de dirigir alta e frente grande com capô quadradão estão presentes. Claro que ele é muito mais suave e silencioso que qualquer caminhonete diesel por aí, mas continua sendo um carro bronco, literalmente.

O Bronco mais parece uma picape cabine dupla ao volante, tudo para dar a boa e velha impressão de robustez (Foto: Lucca Mendonça)

O tratamento “vip” para os passageiros é palavra de ordem, ou seja, ele entrega tudo para tal (silêncio a bordo, regalias e requinte são destaques), mas não é um carro para se abusar nas curvas ou em conduções mais esportivas: é o mais alto e mais curto do comparativo, o que pode se traduzir em um centro de gravidade bem elevado e pouco balanço dianteiro/traseiro da carroceria. Claro que isso se reflete na estabilidade do carro, e mesmo dotado de recursos como o AWD e suspensões independentes nas quatro rodas, ele pode dar alguns sustos em curvas feitas em alta velocidade. É só maneirar o pé no acelerador que ele se comporta de maneira exemplar.

Sua carroceria alta e curta para os padrões da categoria não é a melhor amiga da estabilidade em curvas rápidas ou desvios bruscos de trajetória (Foto: Lucca Mendonça)

Motor e câmbio são um show à parte, daqueles que se melhorar, estraga: da mesma forma que ele consegue gastar pouquíssima gasolina (11 km/l na cidade e 16 km/l na estrada pelas nossas medições), entrega toda sua força na casa dos 2 mil rpm, fazendo o Bronco ir de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos.

0 a 100 km/h em 8 segundos é coisa de carro esportivo, mas o Bronco prova o contrário (Foto: Lucca Mendonça)

O essencial em um SUV: Espaço interno, porta-malas e bem-estar dos ocupantes

O Peugeot 3008, menor deles, brinda com o valioso assoalho totalmente plano, e traz um bom espaço interno para ombros, cabeça e pernas, principalmente. Na frente quem pode atrapalhar é o painel grande e longo, obrigando o passageiro dianteiro a posicionar o banco para trás, que acaba tirando espaço da segunda fileira, mas é tudo uma questão de ajuste do assento. Ainda assim ele comporta até 5 ocupantes, sendo que todos têm direito a porta USB para carregar celular e saídas de ar-condicionado, assim como seus outros dois concorrentes.

Menor dos três nas dimensões da carroceria e também no espaço interno. Mesmo assim ainda comporta 5 ocupantes sem problemas (Foto: Lucca Mendonça)

Além de tudo isso, o porta-malas desse SUV Made in France acomoda excelentes 520 litros, surpreendentes para o tamanho da carroceria. Perde por pouco para o CR-V, bem maior no tamanho, e seus invejáveis 522 litros. Notável o acabamento primoroso e a perfeita combinação entre os materiais aplicados no interior desse Peugeot, isso sem falar do funcionamento suave da mecânica, pouca invasão de barulhos externos pra dentro da cabine e bancos anatômicos e confortáveis. Ele disfarça bem o problema do seu porte mais limitado, e realmente cumpre a missão de ser mais chique e refinado que Bronco e CR-V, que, diga-se de passagem, já não deixam a desejar em nada quando o assunto é qualidade construtiva.

Surpreendentes 520 litros no porta-malas desse SUV Made in France (Foto: Lucca Mendonça)

O Honda, por sua vez, é suave como um carro pequeno, tem acomodação excelente para os 5 ocupantes, interior de fácil manuseio para motorista e passageiros e ainda oferece a regalia do assoalho 100% plano, igual ao do Peugeot 3008. Além disso, o CR-V é dono da maior área envidraçada dos três (incluindo o teto panorâmico), e, de longe, oferece o maior espaço para cabeça, ombros e pernas de todos. Conforto e maciez ao rodar graças as suspensões independentes nas quatro rodas com boa calibração também chamam a atenção. Talvez merecesse só um pouco mais de cuidado no isolamento acústico, já que barulhos externos incomodam as vezes.

CR-V: maior espaço interno, maior área envidraçada, maior sensação de amplitude e maior porta-malas (Foto: Lucca Mendonça)

Já o Bronco Sport tem toda sua “brutalidade” descontada no rodar mais áspero, preparado para o off-road, na direção pesada, mesmo com assistência elétrica, e sua carroceria mais alta não é necessariamente a mais espaçosa: ainda confortável para até 5 pessoas, ele dá pouca folga para as pernas dos passageiros traseiros quando comparado com o CR-V, e também traz o túnel central um tanto elevado. Outro problema de ergonomia incomoda depois de muito tempo a bordo do Bronco: os bancos, tanto dianteiros quanto traseiros, são pequenos e de assento curto, nada adequados pra quem tem mais de 1,85 m. É uma das soluções que melhoram o vão entre as pernas mas sacrifica o conforto, principalmente de quem vai na frente.

Ponto fraco do Bronco na ergonomia: bancos pequenos, principalmente pra quem tem mais de 1,85 m, que cansam nas viagens mais longas (Foto: Lucca Mendonça)

Ainda assim é um SUV agradável e bem silencioso para viagens com a família, mesmo tendo o porta-malas de razoáveis 482 litros, um dos menores do segmento.

Na balança: preços e conteúdo de cada um

Analisando os itens de série, requinte e luxo a bordo, o título de “Mais Equipado” provavelmente vai para o 3008 nessa versão GT Pack (Foto: Lucca Mendonça)

O preço parelho desses três utilitários significa também uma lista de equipamentos de série parecida e igualmente recheada, que oferece ar-condicionado digital automático dual zone, bancos dianteiros com ajustes elétricos (o 3008 conta com a exclusividade do massageador), um bom pacote de assistência à condução (alerta de colisão, frenagem autônoma de emergência, alerta de saída de faixa, monitor de ponto-cego e alerta de tráfego cruzado, esse último o único não disponível no CR-V), piloto automático adaptativo – ACC, conjunto óptico em LED, bancos forrados em couro (ou couro com camurça, como no Bronco e 3008), rodas de liga leve exclusivas (aro 17 no Ford, 18 no Honda e 19 no Peugeot) e muito mais.

A menor multimídia dos três é a do CR-V, que também é antiquada e lenta, mesmo repleta de funções (Foto: Lucca Mendonça)

Também sobram mimos focados no conforto e tecnologia, como carregador de celular sem fio, multimídia cheia de funções (8” no Peugeot e no Ford, enquanto o antiquado aparelho do Honda tem 7”), painel de instrumentos digital (menos no Bronco, que tem apenas a tela colorida de 4,2”), teto-solar ou teto panorâmico, sistema de som premium (assinado pela Focal no 3008, Bang&Olufsen no Bronco e pela própria Honda no CR-V, que também merecia uma grife), tampa do porta-malas com abertura automática ou por sensor de proximidade (coisa que o Bronco fica devendo e os concorrentes oferecem), entre outros.

O Ford Bronco é o único que troca o teto panorâmico por um teto-solar convencional (Foto: Lucca Mendonça)

O CR-V Touring, mais barato, sai por R$270.200, seguido pelo 3008 GT Pack de R$271.690, e, no topo da lista, o Bronco Sport Wildtrack, tabelado em R$272.650. Os três não oferecem nenhum extra nos conteúdos (os famosos opcionais), além, é claro, das opções de pinturas que variam de acordo com o acabamento (sólido, metálico ou perolizado, caso tenha). Na bem da verdade eles custam a mesma coisa, até porque essa pequena diferença de até R$2 mil não faz muito efeito em uma conta final acima dos R$270 mil.

O veredicto: qual é o melhor negócio entre os três

Foto: Lucca Mendonça

Valores parecidos, mecânicas igualmente refinadas, recheados de itens de série e integrantes de um mesmo segmento, o de SUVs médios. Claro que fica a dúvida: “qual devo comprar e porquê?”, mas calma lá, afinal essa pergunta só poderá ser respondida depois que você, consumidor, analisar qual dos três melhor atende suas necessidades e gostos.

Foto: Lucca Mendonça

O Peugeot 3008 é, por exemplo, o menor e mais requintado, ideal pra quem quer manter o estilo, classe e dirigibilidade de um hatch no corpo de um SUV, que permite viagens com a família e carregar bastante bagagem por aí. Nisso ele dá um show, mas tem seus pontos fracos como a falta de habilidade no off-road, situação que o Ford Bronco se sai muitíssimo bem, mesmo sacrificando um pouco da ergonomia e comportamento dinâmico. O CR-V é um bom meio termo e ganha de todos no espaço interno, mas em contrapartida tem um desempenho mais contido e um pouco menos de tecnologia. Enfim, cada um se dá bem de uma forma diferente.

Foto: Lucca Mendonça

Se você precisa de um carro confiável, espaçoso e bom de guiar, mas não necessariamente está apegado a coisas como central multimídia, eletrônica embarcada e outras mordomias, vá de CR-V. Gosta de enfrentar umas aventuras de final de semana mas não quer perder o conforto e praticidade de um utilitário? O Bronco é a pedida perfeita. Mas se a sua pegada for mais urbana, com estilo, luxo e tecnologia de sobra, sem deixar de lado o bom espaço interno e porta-malas generoso, a melhor escolha é o 3008. Não tem jeito: vai de acordo com o gosto, necessidades e preferências de cada um. Até porque o bolso, independente da escolha entre Ford, Honda ou Peugeot, precisa ser bem gordo pra dispor de quase R$300 mil em um SUV médio.

Mais fotos e fichas técnicas:

Peugeot 3008 GT Pack THP

Concepção de motor: 1.598 cm³, gasolina, quatro cilindros, 16 válvulas (quatro por cilindro), turbo, injeção direta, duplo comando de válvulas, variador de fase na admissão e escape, bloco e cabeçote fundidos em alumínio
Transmissão: Automática com conversor de torque e 6 velocidades, com possibilidade de trocas manuais por paddle-shifts atrás do volante
Potência: 165 cv a 6.000 rpm
Torque: 24,5 mkgf entre 1.400 e 4.000 rpm
Suspensão dianteira: Independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora
Suspensão traseira: Eixo de torção com molas helicoidais
Direção: tipo pinhão e cremalheira com assistência elétrica progressiva
Freios: discos ventilados na dianteira, discos sólidos na traseira
Pneus e rodas: Continental ContiSport Contact, medidas 235/50. Rodas de liga-leve aro 19
Dimensões (comprimento/largura/altura/entre-eixos): 4,44 m/1,90 m/1,62 m/2,67 m
Porta-malas: 520 litros
Tanque de combustível: 53 litros
Peso em ordem de marcha: 1.587 kg (carro avaliado)
Aceleração 0 a 100 km/h: 8,9 s.
Velocidade máxima: 206 km/h
Preço básico: R$271.690 (carro avaliado)

Honda CR-V Touring

Concepção de motor: 1.498 cm³, gasolina, quatro cilindros, 16 válvulas (quatro por cilindro), turbo, injeção direta, duplo comando de válvulas, variador de fase na admissão e escape, bloco e cabeçote fundidos em alumínio
Transmissão: Automática do tipo continuamente variável (CVT), com simulação de 7 velocidades e possibilidade de trocas manuais em paddle-shifts atrás do volante
Potência: 190 cv a 5.600 rpm
Torque: 24,5 mkgf entre 2.000 e 5.000 rpm
Suspensão dianteira: Independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora
Suspensão traseira: Independente, do tipo multibraço
Direção: Do tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica progressiva
Freios: Discos ventilados na dianteira, discos sólidos na traseira
Pneus e rodas: Hankook Kinergy GT, medidas 235/60. Rodas de liga-leve aro 18
Dimensões (comprimento/largura/altura/entre-eixos): 4,58 m/1,85 m/1,69 m/2,66 m
Porta-malas: 522 litros
Tanque de combustível: 57 litros
Peso em ordem de marcha: 1.607 kg
Aceleração 0 a 100 km/h: 10,0 segundos
Velocidade máxima: 201 km/h
Preço básico: R$270.200 (carro avaliado)

Ford Bronco Sport Wildtrack

Concepção de motor: 1.999 cm³, gasolina, quatro cilindros, 16 válvulas (quatro por cilindro), turbo, injeção direta, duplo comando de válvulas, variador de fase na admissão e escape, bloco e cabeçote fundidos em alumínio
Transmissão: Automática com conversor de torque e 6 velocidades, com possibilidade de trocas manuais por paddle-shifts atrás do volante
Potência: 240 cv a 5.500 rpm
Torque: 38,0 mkgf a 3.000 rpm
Suspensão dianteira: Independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora
Suspensão traseira: Independente, do tipo multibraço
Direção: Do tipo pinhão e cremalheira, com assistência elétrica progressiva
Freios: Discos ventilados na dianteira, discos sólidos na traseira
Pneus e rodas: Pirelli Scorpion ATR, medidas 225/65. Rodas de liga-leve aro 17
Dimensões (comprimento/largura/altura/entre-eixos): 4,38 m/1,88 m/1,78 m/2,66 m
Porta-malas: 482 litros
Tanque de combustível: 64 litros
Peso em ordem de marcha: 1.718 kg
Aceleração 0 a 100 km/h: 8,0 segundos
Velocidade máxima: 180 km/h (limitada eletronicamente)
Preço básico: R$272.650 (carro avaliado)

 

Compartilhar:
Com 21 anos, está envolvido com o meio automotivo desde que se conhece por gente através do pai, Douglas Mendonça. Trabalha oficialmente com carros desde os 17 anos, tendo começado em 2019, mas bem antes disso já ajudava o pai com matérias e outros trabalhos envolvendo carros, veículos, motores, mecânica e por aí vai. No Carros&Garagem produz as avaliações, notícias, coberturas de lançamentos, novidades, segredos e outros, além de produzir fotos, manter a estética, cuidar da diagramação e ilustração de todo o conteúdo do site.