(Lançamento) Fiat Argo 2026 estreia faróis em LED e outras novidades a partir de R$91 mil

O Argo mudou. Mais uma vez, o hatch da Fiat passa por modificações bem discretas, mas que tem por meta deixá-lo moderno, apesar dos quase oito anos de lançamento. Na primeira olhada, praticamente tudo igual, mas as novidades estão nos detalhes: faróis em LED, luzes de neblina em LED, conexões sem fio na multimídia e novos acabamentos. A linha segue a mesma, com aumento de R$1 mil em todas as versões: 1.0 manual (R$90.990), Drive 1.0 manual (R$92.990), Drive 1.3 CVT (R$102.990) e Trekking 1.3 CVT (R$106.990).
As versões Endurance 1.3 manual e Trekking 1.3 manual, aparentemente, saíram de linha. A Endurance, vale lembrar, ficou apenas sete meses no mercado, e tinha a missão de peitar o VW Polo Robust no uso profissional com viés mais aventureiro. A Trekking 1.3 manual já estava “na corda-bamba” pelas baixas vendas e sofria concorrência interna do Pulse, mais moderno e posicionado como um SUV pequeno.

Esteticamente, o Argo estreia os faróis totalmente em LED (DRLs, luzes de seta, facho baixo e facho alto), que fazem par a novas luzes de neblina também em LED, isso apenas para as versões Drive 1.3 CVT e Trekking 1.3 CVT. No caso da 1.0 manual e da Drive 1.0 manual, seguem as luzes halógenas, porém com novas assinaturas em LED (são os faróis antigos das versões mais caras que passam a equipar as de entrada). As capas dos retrovisores em preto brilhante também são novas nas duas Drive, 1.0 e 1.3.
Por dentro, as versões 1.0 manual e Drive 1.0 manual ganham forro de teto e acabamento geral na cor preta, que substitui o bege anterior. Assim, passa a ser padrão o interior todo preto para toda a linha Argo, desde a versão de entrada até a mais cara. A multimídia de 7” segue igual, e está presente de série desde a Drive 1.0, porém agora conta com conexões sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, dispensando o uso de cabos.
As versões 1.0 seguem com o competente motor Firefly de três cilindros e seis válvulas, rendendo 71/75 cv de potência com 10,0/10,7 mkgf de torque (gasolina/etanol), sempre acoplado ao câmbio manual de cinco marchas. As 1.3 usam o Firefly de quatro cilindros e oito válvulas, com 98/107 cv de potência e 13,2/13,7 mkgf de torque (gas/eta), em conjunto com a transmissão automática CVT de 7 marchas simuladas. Suspensões, freios e direção seguem inalterados, mas o tanque de combustível baixou de 47 para 45 litros, reduzindo a autonomia em viagens.
Quando 1.0 manual, o hatch demora pelo menos 13,9 segundos para ir de 0 a 100 km/h, atingindo os 166 km/h de máxima (etanol). O consumo, segundo o INMETRO, é de 9,4 km/l na cidade e 10,4 km/l na estrada com etanol, ou então 13,6 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada com gasolina. As versões 1.3 CVT, com etanol, cumprem a prova de 0 a 100 km/h ao redor dos 11,2 segundos, correm até os 174 km/h e, pelo INMETRO, rodam 9,0 km/l na cidade e 10,3 km/l na estrada com etanol. Com gasolina, as marcas são de 12,8 km/l e 14,3 km/l, respectivamente.
Desde as versões de entrada, é de série ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas, computador de bordo, banco traseiro rebatível, limpador e desembaçador do vidro traseiro, rodas de aço com calotas aro 14 e por aí vai. Nas mais caras já existe volante multifuncional, bancos forrados em couro sintético, ar-condicionado digital automático, chave presencial, partida do motor por botão, sensores de estacionamento traseiros, piloto automático, modo Sport de condução, entre outros.






















