Fiat Pulse e Fastback tem novas gerações reveladas na Europa

Grizzly e Grizzly Fastback são nomes que você provavelmente não conhece. Mas Fiat Pulse e Fastback, esses sim, são facilmente lembrados pelos brasileiros. Os dois primeiros foram apresentados recentemente na Europa, e possivelmente darão origem às novas gerações dos Fiat Pulse e Fastback no mercado nacional, afinal atuam nos mesmos segmentos e estilos da dupla vendida por aqui. Além disso, ambos continuarão sendo parentes do Argo, de qualquer forma. Na realidade, da segunda geração do Argo, que é baseada no Novo Grande Panda europeu.
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Fiat Pulse e Fastback em novas gerações
De qualquer forma, as novas gerações de Fiat Pulse e Fastback já foram mostradas na Europa, em meio ao aniversário de 127 anos da marca italiana. Os dois modelos, chamados por lá de Grizzly e Grizzly Fastback, tem nomes pouco fonéticos, mas com origem que remete a uma raça forte e rápida de ursos, comum na América do Norte (os Grizzly-Bear, ou ursos-cinzentos). Apesar disso, os dois novos carros parecem mesmo com o Grande Panda, trazendo formas quadradas por toda a carroceria, e linhas mais retas e sérias, sem contar componentes emprestados dos Peugeot e Citroën, como maçanetas, retrovisores e afins.

Plataforma modular e tamanho maior
Não só essas peças das novas gerações de Fiat Pulse e Fastback vão compartilhar com os carros franceses da Stellantis. Na realidade, todos são feitos sobre a base modular CMP, mesma dos nossos Peugeot 208 e 2008, modular e capaz de receber diferentes níveis de eletrificação. Da mesma forma, também espere componentes similares nos sistemas de direção, freios, suspensões, e até no interior dos novos Fiat quando comparados com os Peugeot. Botões, maçanetas internas, controles e telas, por exemplo, são emprestados dos franceses.

Os Grizzly e Grizzly Fastback, ou Fiat Pulse e Fastback em novas gerações, são carros grandes, com 4,40 m de comprimento no modelo SUV convencional e 4,50 m no SUV coupé. Para efeito de comparação, o Fiat Pulse atual ronda os 4,10 m de comprimento, enquanto o Fastback nacional mede 4,42 m.

Porém, pelas fotos, ambos parecem manter algo em comum: o tamanho da distância entre-eixos, que, apesar de ser igual nos dois novos carros, será bem mais generoso que os 2,53 m dos modelos que conhecemos no Brasil. Até mesmo o porta-malas de 600 litros é igual no Grizzly Fastback e no Fiat Fastback que conhecemos. Em ambos os modelos, aliás, a Fiat fala em boas doses de praticidade, espaço interno, conforto e versatilidade para o uso diário.
Produtos globais
A própria marca italiana afirma que os Grizzly e Grizzly Fastback, ou novas gerações de Fiat Pulse e Fastback, serão produtos globais, criados pensando em diferentes mercados de peso da Fiat, nos principais continentes de atuação da fabricante: Europa, Oriente Médio e África, e América do Sul. No Velho Continente, terão amplo catálogo de motorizações, com opções só a gasolina, híbridas em diferentes níveis e totalmente elétricas, dependendo da versão, além de transmissões manuais ou automáticas. São benefícios possíveis apenas com a adoção da plataforma dos Peugeot-Citroën, vale falar.

Brasil: motores, datas e afins
Aqui no mercado nacional, quando chegarem (espere algo até 2030, sem muita definição precisa), deverão manter o panorama de opções mecânicas que já conhecemos: 1.0 turboflex com tecnologia híbrida-leve de 12 Volts (116 cv de potência e 20,4 mkgf de torque), aliado ao câmbio automático CVT com sete marchas simuladas, ou 1.3 turboflex de quatro cilindros (176 cv e 27,5 mkgf), que tende a ser sempre híbrido-leve de 48 Volts no futuro (sistema de Commander, Renegade, Toro e afins). Esse 1.3T é casado ao câmbio automático convencional de seis marchas.

De qualquer forma, os Fiat Pulse e Fastback de novas gerações devem subir o nível em vários aspectos, como na eficiência energética, acabamento interno, tecnologia, segurança e afins. Espere, sem dúvidas, 6 airbags (hoje indisponíveis nos modelos atuais – um enorme vacilo), pacote ADAS mais recheado, telas maiores, forrações melhores e afins. Para quando? Considerando o ciclo de vida das atuais gerações dos modelos, é possível que essas novas gerações venham apenas perto da virada da década, talvez até como modelo 2030.












