Fiat Argo: cinco curiosidades em 750 mil unidades produzidas

Lançado no mercado brasileiro em maio de 2017, o Fiat Argo acaba de atingir uma marca importante em sua trajetória. Produzido no Polo Automotivo Stellantis de Betim (MG), o hatch alcançou a marca de 750 mil unidades fabricadas em pouco mais de nove anos de mercado, e assim se torna um dos produtos mais importantes da marca italiana no mercado nacional, inclusive quando falamos no contexto histórico.
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“Alcançar 750 mil unidades produzidas do Fiat Argo em apenas nove anos reforça a força de um projeto que nasceu para ter forte impacto no segmento. O Argo é um modelo fundamental para a Fiat no Brasil, unindo design, eficiência, tecnologia e excelente custo-benefício, sempre alinhado às necessidades reais do consumidor brasileiro”, afirmou Frederico Battaglia, Head das marcas Fiat e Abarth para a América do Sul.
Aproveitando a conquista, vale relembrar cinco curiosidades sobre o modelo que ajudam a explicar sua relevância no mercado brasileiro.
1 – Matou Palio, Punto e Bravo

Quando chegou às concessionárias, o Fiat Argo recebeu uma missão pouco comum. Em vez de substituir apenas um antecessor, o hatch assumiu o espaço ocupado por três modelos da Fiat: popular Palio, compacto premium Punto e médio Bravo. A estratégia permitiu à fabricante simplificar sua gama de hatches e concentrar esforços em um único produto capaz de atender diferentes perfis de consumidores.
2 – Nome na mitologia grega

Embora muitos proprietários não saibam, o nome Argo tem origem na mitologia grega. Argo era a embarcação utilizada por Jasão e os Argonautas na lendária busca pelo Velocino de Ouro. A escolha seguiu uma tradição da Fiat de utilizar nomes curtos e de fácil pronúncia, mas que também carregam algum significado histórico ou cultural.
3 – Fiat Argo é pai de três

O projeto do Fiat Argo acabou servindo de base para outros veículos importantes da Fiat no Brasil. A plataforma utilizada pelo hatch foi adaptada, a MP1, e evoluída para dar origem ao sedan Cronos e, posteriormente, aos SUVs Pulse e Fastback (esses usam a MLA, derivada da MP1). Dessa forma, o modelo se tornou uma peça central na estratégia de desenvolvimento da marca para a América do Sul.
4 – Nove anos, uma geração

Lançado em 2017, o Fiat Argo permanece na mesma geração até hoje, algo cada vez mais raro na indústria automotiva atual. Ao longo desse período, recebeu reestilizações, atualizações mecânicas e novos equipamentos, mas manteve a mesma base estrutural. A longevidade ajuda a explicar o volume acumulado de 750 mil unidades produzidas.
5 – Vai virar um Grande Panda brasileiro

Embora siga recebendo atualizações e continue entre os principais modelos da fabricante no país, o Fiat Argo já tem um sucessor praticamente pronto: trata-se de um irmão quase gêmeo do Fiat Grande Panda europeu, que por aqui será batizado de Novo Argo, e deverá conviver por algum tempo ao lado da geração atual. Manterá as opções mecânicas atuais, além do 1.0 turboflex MHEV (híbrido-leve), e apostará no design quadradinho com plataforma modular da Peugeot, para seguir o sucesso do modelo no mercado nacional.








